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Comerciante é preso transportando R$21.300 em notas falsas e 35kg de maconha no Sertão de PE

Apreensão de drogas e notas falsas no Sertão de PE (Foto: Divulgação/ PF)

Um comerciante de 28 anos foi preso transportando cerca de 35 kg de maconha e R$ 21.300 em notas falsas na PE-507, próximo a cidade de Serrita, no Sertão de Pernambuco. Joseph Thomas de Sousa levava a droga em um veículo de transporte de passageiros, no interior de duas malas e duas caixas de isopor.

De acordo com a Polícia Federal, o suspeito teria saído de Salgueiro, PE, e o destino seria o município de Moreilândia, também no Sertão pernambucano.

Os militares do 7º Batalhão da Polícia Militar (7º BPM) receberam a denúncia e localizaram o veículo na PE-507 em Serrita. Ao pararem o coletivo, foi feita uma busca minuciosa, quando encontraram as malas e caixas de isopor. No interior, havia 34,8 Kg de maconha, 213 notas no valor de R$ 100, totalizando R$ 21.300, além de um aparelho celular.

O comerciante e todo material apreendido foram levados para a Delegacia de Polícia Federal de Salgueiro. Ele foi autuado em flagrante pelo crime. Após a audiência de custódia, teve sua prisão preventiva expedida e foi encaminhado para a Cadeia Pública de Salgueiro. Caso seja condenado poderá pegar penas que variam de 5 a 25 anos de reclusão, além de multas.

Por G1 Petrolina, Serrita


Nena Gato rasga elogios a secretaria de saúde. “Eu nunca vi uma saúde igual a essa”

Do Blog Lagoa Grande Notícias 

Na sessão desta terça (12), o vereador da situação (PMN) demonstrou estar mergulhado numa onda  empolgante e otimista  quanto o assunto é a saúde de Lagoa Grande(PE).

“A saúde de Lagoa Grande não tem o que falar, a saúde de Lagoa Grande é um espetáculo”, cravou Nena Gato.

Destacando a idade de emancipação política de Lagoa Grande, o vereador disse nunca ter visto uma saúde como a que está sendo ofertada no município.

“Eu acredito que Lagoa Grande tem 20 anos de cidade e, eu nunca vi uma saúde igual a essa”, frisa Nena.

Terezinha cobra cumprimento de lei que exige intérpretes de Libras em órgãos públicos

Legislação estadual que obriga a presença de intérpretes de Libras em órgãos públicos para o atendimento a pessoas surdas motivou pronunciamento da coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa da Pessoa com Deficiência, deputada Terezinha Nunes (PSDB). Nessa quarta (6), a tucana informou que enviará ofício à Secretaria de Administração do Estado e à Prefeitura do Recife para cobrar o cumprimento da lei. A parlamentar também reiterou pedido para que a Assembleia igualmente disponha de intérpretes.

A Lei nº 11.686/1999 reconhece a Língua Brasileira de Sinais como “meio de comunicação objetiva e de uso corrente” em Pernambuco. Além da exigência citada pela deputada, a norma determina que escolas públicas ofereçam educação bilíngue (em Libras e em Português); que a Secretaria de Educação conte com profissionais surdos em seus quadros; que a rede pública disponibilize formação para intérpretes e ainda que universidades incluam a língua de sinais nos currículos de determinados cursos.

“O Brasil tem hoje cerca de 10 milhões de pessoas surdas. Em Pernambuco esse número chega perto de 300 mil pessoas, sendo que somente 12 mil delas conseguem se comunicar sem a Libras”, descreveu Terezinha Nunes, que manifestou a intenção de apresentar um projeto de lei para estender a obrigatoriedade da presença de intérpretes também para hospitais, bancos e escolas particulares. “A lei é de 1999 e não é cumprida. Não podemos mais fechar os olhos para essa questão.”

Inclusão – As condições de acesso para pessoas com deficiência no Edifício Governador Miguel Arraes de Alencar – novo prédio-sede da Alepe – também renderam comentários da parlamentar.  “Temos a quase completa acessibilidade, mas não possuímos intérprete de Libras”, lamentou. “Eu já insisti, mas infelizmente não foi tomada nenhuma providência. Qual é a dificuldade? Nenhuma. Só boa vontade”

“Outro problema é que o elevador para cadeirantes na entrada do edifício está sempre quebrado”, acrescentou a deputada. “Os cadeirantes não conseguem subir porque não tem rampa, um erro terrível, que tem exigido o sacrifício das pessoas de arrodear para entrar pela porta de trás”, registrou.

Secretaria de Agricultura de Lagoa Grande e o Banco do Nordeste, convocam os agricultores que contrataram empréstimos nos anos de 2006 até 2011

A prefeitura Municipal de Lagoa Grande através da Secretaria de Agricultura, convoca os agricultores que contrataram empréstimos juntos ao Banco do Nordeste, no período de Janeiro de 2006 a Dezembro de 2011, para uma reunião na próxima terça feira, dia 05/12, às 08:00hs no auditório do CETEP em Lagoa Grande.

Na oportunidade o Prefeito Vilmar Cappellaro, o gerente geral do Banco do Nordeste e agricultores iram assinar autorizações para quitações dos referidos contratos. ( Blog do Everaldo)

Curiosidade – Professora é presa por forçar alunos a fazer sexo com ela em troca de notas altas

Por meio do WhatsApp, a professora mandava fotos apenas de calcinha e sutiã ou biquíni

Uma professora casada de Medellín, Colômbia, foi presa após acusações de que transava com alunos menores de idade e, em troca, dava notas boas a eles. O crime foi descoberto após um dos pais ter visto os textos e as imagens trocados entre ela e o filho. Ao perceber do que se tratava, denunciou a docente à polícia.

Segundo a emissora Canal 4, a professora utilizava uma tática para atrair os alunos, que tinham entre 16 e 17 anos. Nas redes sociais, ela adicionava os estudantes como amigos e, em seguida, pedia o telefone deles. Momentos depois, dizia que ia “ajudá-los com os estudos”.

Por meio do WhatsApp, a professora mandava fotos apenas de calcinha e sutiã ou biquíni. Algumas vezes, ela cobria as partes íntimas com as mãos ou bichinhos de pelúcia.

Após a denúncia, vários alunos resolveram falar sobre o caso e postaram a seguinte mensagem nas redes sociais: “Essa é a professora Yokasta. Ela nos disse que nos reprovaria se não tivéssemos relações com elas”. Além do texto, publicaram fotos da docente. Yokasta está presa, e o marido dela já pediu o divórcio. A escola não se pronunciou sobre o caso.

Informações 

IBGE: 63,7% dos desempregados são pretos ou pardos

Dos 13 milhões de brasileiros desempregados no terceiro trimestre deste ano, 8,3 milhões (63,7%) eram pretos ou pardos. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o IBGE, o dado indica que a taxa de desocupação dessa parcela da população ficou em 14,6%, enquanto a da população branca ficou em 9,9%.

“As pessoas pretas e pardas estão sempre em desvantagem no mercado de trabalho, desde a inserção a depois de se inserir. São desigualdades que a gente já conhece, mas é sempre bom lembrar”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

A situação de desemprego dos pretos e pardos contrasta com os números do mercado de trabalho. De acordo com o IBGE, esta parcela da população representa mais da metade dos trabalhadores brasileiros (53%).

Mesmo sendo maioria na força de trabalho, a proporção de pretos e pardos ocupados (52,3%) foi menor que a da população branca (56,5%) no terceiro trimestre

O contraste racial no mercado de trabalho se estende, também, à remuneração. Segundo o IBGE, pretos e pardos recebem, em média, R$ 1.531 – quase a metade do rendimento médio dos brancos, que é de R$ 2.757.

Situação semelhante é observada no percentual de trabalhadores com carteira assinada no país. Pretos e pardos nesta condição somavam 71,3%, abaixo do observado no total do setor (75,3%).

Dos 23,2 milhões de pretos e partos empregados no setor privado no país no terceiro trimestre deste ano, 16,6 milhões tinham carteira de trabalho assinada. Foi o menor contingente nesta condição desde o 3º trimestre de 2012, quando pretos e pardos somavam 16,4 milhões de empregados com carteira de trabalho assinada. O pico na série histórica desta parcela da população foi observado no 4º trimestre de 2014, quando somou 17,9 milhões.

Segundo o pesquisador, A Pnad já vem mostrando que está aumentando a geração de postos de trabalho sem carteira de trabalho assinada e em grupos de atividades com menor qualidade de trabalho, em termos de renda e outras características. “Os indicadores mostram que a população preta e parda acaba sendo mais direcionada a estes trabalhos.”

Trabalho informal

“Está crescendo mais a ocupação dos pretos e pardos em relação à população total. Isso está relacionado com o aumento do trabalho informal”, ponderou Azeredo. “Mais de um quarto dos trabalhadores de cor preta ou parda estão ocupados como conta própria, o que indica o trabalho informal”, destacou Azeredo. De acordo com a pesquisa, o percentual desta população com este tipo de ocupação somou 26,1% no primeiro trimestre deste ano. Em 2014, somava 24,9%.

O IBGE destacou ainda que havia no terceiro trimestre deste ano 1,8 milhão de ambulantes no país. Deste total, 1,2 milhão eram pretos ou pardos, o que representa 66,7% do total.

“Se olharmos o total de pretos e pardos ocupados no país, 25,2% deles, ou seja, mais de um quarto, trabalha como ambulante no país”, ressaltou Azeredo.

Trabalho doméstico

De acordo com o levantamento do IBGE, a ocupação da população preta e parda superava a da população branca em quatro dos dez grupos de atividade pesquisados pelo instituto: na agricultura, na construção, nos serviços de alojamento e alimentação e, principalmente, nos serviços domésticos.

A distribuição percentual dos trabalhadores entre grupos de atividades mostra que 8,5% do total de negros e pardos ocupados no país atuavam com serviços domésticos, enquanto 5% do total da população branca ocupada atuava na mesma área.

Em contrapartida, do total de brancos ocupados no país, 19,2% estavam na administração pública, contra 15,6% representados por pretos e pardos.

Do G1