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Bora Petrolina 2025: primeira edição no Vivendas realiza mais de 12 mil atendimentos

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A 13ª edição do Bora Petrolina iniciou o ano com grande sucesso. O evento, que tem se consolidado como um marco de cidadania e acessibilidade para a população de Petrolina, foi realizado no Residencial Vivendas, neste sábado (22), beneficiando moradores de seis comunidades. Ao todo, foram mais de 12 mil atendimentos prestados em um só dia. O prefeito Simão Durando acompanhou de perto a execução dos serviços e conversou com os cidadãos.

Os moradores puderam acessar uma ampla gama de serviços. Na área jurídica, por exemplo, foram oferecidas orientações sobre direitos do consumidor, pensão alimentícia, divórcios e regularização fundiária, além de assistência em processos legais que impactam diretamente as famílias. Na área da saúde, o evento contou com consultas médicas, atendimentos odontológicos, exames de rotina e especializados, e procedimentos preventivos como aferição de pressão arterial e glicemia.

Na área social, a comunidade contou como a realização do Cadastro Único e atualização de dados cadastrais do auxílio Bolsa Família e cortes gratuitos de cabelo. Além dos serviços essenciais, o Bora Petrolina também investiu em atividades recreativas e esportivas, proporcionando momentos de lazer e interação entre os moradores da comunidade, entre outras atividades.

O prefeito Simão destacou a importância do Bora para a cidade e o impacto que ele tem na vida da população. “Estamos com mais de 190 mil atendimentos realizados até o momento, e nossa missão é continuar oferecendo serviços de qualidade a todos os petrolinenses, levando saúde, assistência jurídica, social e muito mais para quem realmente precisa. O Bora Petrolina é uma forma de levar o poder público para perto das pessoas, resolver demandas do dia a dia e transformar vidas”, afirmou.

Esse é apenas o primeiro do ano de 2025, e o prefeito Simão se comprometeu a continuar com a programação de atendimentos, levando o Bora Petrolina a mais bairros da cidade e áreas rurais. “Vamos rodar com esse mutirão de serviços para atender a todas as regiões de Petrolina, sempre com o compromisso de melhorar a qualidade de vida de nossa gente. Nossa missão é transformar a cidade com ações concretas que atendem de forma direta e eficaz às necessidades da população”, finalizou o prefeito.

*Parceiros:* Além de todas as secretarias e órgãos da prefeitura, o mutirão contou com 21 parceiros, entre eles os Correios, Senac, Defensoria Pública, OAB, INSS, a Associação Petrolinense de Atletismo (APA), CDI, Farmácia Diariamente, Defensoria Pública de Pernambuco, Fundação Nilo Coelho, Faculdade Soberana, Neoenergia, UPE, Sest Senat e UNIFTC.

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O excesso de calor dos últimos dias está afetando lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil e também plantações de café e de frutas na Região Sudeste. A cada ano aumentam os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos. De acordo com a climatologista Francis Lacerda, pesquisadora do Instituto Agronômico de Pernambuco, estratégias de agroecologia podem retardar esses efeitos e diminuir a ameaça de insegurança alimentar. Pelo menos por enquanto. “Existem práticas que podem ainda reduzir esses efeitos. Eu digo ainda porque daqui a pouco não vai poder mais”, alerta a especialista. A primeira missão é reflorestar. “Uma prática que se faz muito na agroecologia é o consórcio. Você planta uma árvore frutífera e, do lado, você planta uma leguminosa, feijão, milho, faz esse plantio todo junto… E essas plantas vão interagir de uma forma que vão beneficiar umas às outras. Tem uma que vai buscar água lá no fundo, porque a raiz dela é pivotante, mas outra que não consegue. Aquelas plantas que não aguentam muita incidência de radiação ficam melhores [quando] associadas a árvores grandes, que fazem sombra para elas. A gente precisa fazer um reflorestamento e implementar esse modelo do sistema agroflorestal,” diz a especialista. ——— MATÉRIA CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ——— https://cafepingafogo.com.br/2022/ Ela acrescenta que a diversificação de culturas favorece a fertilidade e proteção dos solos, além de reduzir os riscos de pragas e doenças, “contribuindo para a não utilização de agrotóxicos e garantindo ao agricultor vantagens ambientais e financeiras, tais como investimentos mais baixos e colheita de produtos diversificados, evitando riscos econômicos provenientes de condições climáticas extremas”. A climatologista lembra que a grande maioria dos alimentos consumidos pelas famílias brasileiras é produzida por agricultores familiares, que se veem cada vez mais surpreendidos com as mudanças no clima. “Porque eles não conseguem mais ter as práticas que tinham de plantar em tal período, de colher em outro. E geralmente quando a gente tem essas ondas de calor, [o total] de alguns organismos no ecossistema que são mais resilientes – insetos, fungos e bactérias – aumenta muito e eles arrasam com a produção”, acentua. Por isso, Francis defende também políticas públicas de implementação de tecnologias para que as comunidades consigam captar e armazenar a própria água e gerar a energia consumida, ficando menos vulneráveis aos efeitos climáticos. Deve-se “dar autonomia a essas comunidades para produzir o próprio alimento dentro dessas condições, e ainda fazer o reflorestamento da sua propriedade, é possível, é barato e os agricultores querem”, salienta. Enquanto isso não é feito em larga escala, a incidência de algumas espécies vegetais endêmicas dos biomas brasileiros está diminuindo, de acordo com a climatologista, “inclusive espécies adaptadas para se desenvolver em áreas secas e quentes”. Agencia Brasil

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