A eleição para a presidência do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariados Rurais de Petrolina (STTAR), marcada para 25 de novembro, ocorre em meio a tensões, disputas judiciais e acusações entre as chapas concorrentes.
A Chapa 1, liderada por Joelma, declarou que Lucilene Santos Lima (Leninha) estaria “impugnada” e sem condições de concorrer, mas a ex-presidenta rebateu as acusações, afirmando confiar na Justiça e na legitimidade de sua candidatura.
Leninha, que disputa o pleito pela Chapa 2, acusa a atual gestão de perseguição política e manipulação do processo eleitoral, alegando que a comissão eleitoral é parcial e composta por aliados da direção. Ela também denunciou invasão de privacidade, citando que opositores teriam usado até drones para questionar seu vínculo empregatício.
A candidata apresentou documentos comprovando seu trabalho como assalariada rural desde 2000 e reforçou que está apta a concorrer. Seu advogado, Dr. Edmilson Alves Júnior, afirmou que a assembleia que definiu as regras da eleição é alvo de ação judicial por suspeita de fraude e que a impugnação não tem efeito legal até decisão definitiva.
Mesmo diante das contestações, Leninha garante que continuará na disputa, confiando que “a Justiça será feita” e que poderá provar a legitimidade de sua candidatura.



