Diante da legítima mobilização da categoria pela implementação dos 33% da ação da carga horária, o atual governo tem adotado práticas incompatíveis com o Estado Democrático de Direito, instrumentalizando estruturas administrativas para tentar intimidar e silenciar o sindicato.
Entre essas medidas, destaca-se o uso recorrente da Corregedoria como ferramenta de pressão, com o desarquivamento de Processos Administrativos Disciplinares (PADs) e a adoção de expedientes persecutórios contra lideranças sindicais, em clara tentativa de enfraquecer a luta da categoria.
Não satisfeita, a governadora Raquel Lyra também buscou calar o sindicato na Justiça. Mas perdeu!
A própria Justiça reconheceu que a crítica, mesmo quando firme e contundente, integra o exercício legítimo da liberdade de expressão no debate público e sindical, não podendo ser tratada como irregularidade eleitoral ou tentativa de propaganda ilícita.
A governadora Raquel Lyra assinou termo de compromisso e não cumpriu;
A governadora prometeu valorização e não cumpriu;
A governadora deu a palavra, marcou reunião e não cumpriu;
A governadora não cumpriu as decisões judiciais que determinaram a implementação dos 33,33%.
Policiais Civis, o que está em curso não é um conflito jurídico. É uma tentativa de intimidação política.
O SINPOL reafirma:
Não aceitará perseguição institucional;
Não se curvará a pressões administrativas contra seus dirigentes;
Não recuará na luta pelos direitos da categoria.
A reivindicação pelos 33% da carga horária é legítima, legal e necessária para a valorização da Polícia Civil e para a garantia de condições dignas de trabalho aos policiais civis de Pernambuco.
Tentar calar o sindicato não resolve o problema. Só evidencia a falta de diálogo e o desrespeito com a categoria.
O SINPOL seguirá firme, combativo e vigilante.
Porque direito não se pede em silêncio.
Direito se defende com luta e coragem.



