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Ranilson Ramos: uma vida dedicada a Pernambuco e agora Cidadão do Recife

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Sertanejo de Orocó e a vida criada em Petrolina. Onde construiu família e encaminhou seu currículo. Ranilson Ramos agora também tem cidadania recifense. Tudo isso com sotaque bem pernambucano. A vida pública encarnou Ranilson logo cedo. Eleito vereador em Petrolina em 1982, logo virou presidente da Câmara Municipal em 1985-1986. Daí elegeu-se deputado em 3 mandatos. Sua coerência socialista, está, ciência da política, tornou-se um aliado da extrema confiança do governador Miguel Arraes nos anos seguintes, tornando-se seu interlocutor frequente. Ranilson foi nome forte de Arraes e ocupou a secretária da Agricultura e Reforma Agrária. Graduado em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco, esteve no conselho político da frente popular sempre sob a liderança da lenda, Miguel Arraes.

Entre mandatos eletivos e cargos comissionados, Ranilson manteve sempre coerência, serenidade e liderança. Logo, seria indicado na Assembléia Legislativa de Pernambuco , Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. No biênio 2022-2023 foi presidente do TCE-PE, com prioridades absolutas quanto a transparência dos recursos públicos e comprometimento com o mapa social e suas urgências. Ranilson mantém essa personalidade com forte sensibilidade humanitária demarcando seu histórico exitoso, por tudo que sonhou e faz até agora. A simplicidade lhe acompanha em simultânea coragem na defesa do interesse humano. Tantas responsabilidades confiadas do povo pernambucano, conferiram ao Conselheiro Ranilson Ramos essa Cidadania que extrapola lugares e instituições. Desse Sertão sanfranciscano, as lições de casa, o convívio com amigos e a formação política, lhe tornam digno dessa alta honraria, concedida pelo vereador Romerinho Jatobá, neste dia 29/05, um cidadão do Recife, capital de Pernambuco. De Joaquim Nabuco a Miguel Arraes. Por sua conduta, sua fidelidade ao papel público elevado. E por mais haverá de fazer no TCE-PE em plenário ou na câmara que agora ocupa nesse Tribunal. As demandas e responsabilidades que não lhe faltarão como conselheiro e cidadão tão extensivo aos seus conterrâneos.

Por Marcelo Damasceno

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