Nos bastidores, a avaliação é de que o apoio de Lula, embora importante, não é suficiente para garantir vantagem automática em uma disputa marcada pela força da máquina estadual e pela intensa movimentação política da governadora Raquel Lyra (PSD), que vem ampliando sua base de prefeitos e lideranças em Pernambuco.
Além disso, a corrida eleitoral ainda está em fase de construção. Com as convenções partidárias em andamento e a campanha oficial ainda por começar, o cenário permanece aberto. Ainda assim, cresce a percepção entre analistas de que João Campos precisará apresentar mais do que o apoio do presidente para convencer o eleitorado pernambucano.
A aposta do PSB é que a presença de Lula na campanha se intensifique nos próximos meses. Entretanto, por enquanto, o discurso de “Salve, João” ainda não foi suficiente para fazer a pré-candidatura do socialista decolar perante o eleitorado.



