Se João Campos não conseguir chegar ao Governo de Pernambuco, nem tudo estará perdido. Afinal, uma alternativa estaria logo ali, no Recife: uma vaga na Prefeitura que ele já comandou como prefeito.
Depois de anos na política, João poderia experimentar uma novidade em sua trajetória: a vida de CLT. E, dessa vez, colocando em prática sua formação acadêmica de engenheiro civil.
Nada de palanque, carreata, discurso ou articulação política. Seria hora de encarar projetos, obras, plantas, planejamento, prazos e, principalmente, o velho e conhecido relógio de ponto.
E há outro detalhe que poderia facilitar bastante esse retorno: o atual prefeito do Recife, Victor Marques, é aliado e amigo de João Campos e foi seu vice-prefeito. Ou seja, além de conhecer a casa, João já teria alguém conhecido no comando da Prefeitura.
A experiência como prefeito do Recife também ajudaria na adaptação. João conhece a estrutura, os corredores e os desafios da administração municipal.
Com a formação em Engenharia Civil pela UFPE, poderia finalmente colocar o diploma para trabalhar — literalmente.
Seria uma mudança curiosa: de prefeito do Recife a funcionário da Prefeitura; de candidato ao Governo de Pernambuco a engenheiro CLT, ou seja, com a carteira de trabalho assinada.
A governadora Raquel Lyra anunciou que vai reunir a Federação Pernambucana de Futebol (FPF) e os clubes do Estado para discutir os impactos que o fim das bets pode causar no futebol pernambucano.
A iniciativa busca ouvir clubes, avaliar os reflexos para torcedores e preservar a economia movimentada pelo esporte. “O futebol de Pernambuco é maior do que bet”, afirmou Raquel, reforçando a disposição do Governo em defender o futebol e buscar alternativas para o setor.
Perguntar não ofende
Anísio Viana já entrou para a história como o melhor prefeito de Casa Nova (BA)?





