Tem um ditado popular que diz o seguinte: na política, uma eleição termina e outra já começa!
O primeiro turno das Eleições 2026 aconteceu no último dia 4 de outubro. Foi a primeira etapa da disputa pelos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.
Quem venceu no primeiro turno comemorou. Quem não conseguiu a vitória precisou reorganizar suas estratégias. Agora, a atenção se volta para o próximo dia 25 de outubro, quando os brasileiros voltarão às urnas para escolher o presidente da República e os governadores dos estados onde haverá segundo turno.
A pergunta que movimenta os bastidores é: Flávio Bolsonaro será eleito presidente ou Lula conseguirá a reeleição?
Mas a política não se resume à disputa nacional. Enquanto os candidatos se preparam para o segundo turno, as lideranças já começam a olhar para 2028, quando teremos novas eleições municipais.
Em Pernambuco, Raquel Lyra foi reeleita governadora no primeiro turno. A disputa pelo Governo do Estado terminou, mas começa uma nova batalha política: a eleição presidencial e, nos bastidores, a construção dos projetos para as próximas eleições municipais.
Em Petrolina, por exemplo, Raquel Lyra foi majoritária e contou com o apoio de diferentes alas políticas. Entre elas, a do prefeito Simão Durando, dos ex-prefeitos, Júlio Lossio, Guilherme Coelho, Odacy Amorim, do vereador Ronaldo Silva, todos adversários político de Simão, além de outras lideranças.
Esse cenário mostra que a política petrolinense poderá apresentar uma configuração bastante heterogênea em 2028. A votação expressiva da governadora será observada pelos grupos políticos, mas transformar esse resultado em força eleitoral dependerá das alianças e das articulações que serão construídas daqui para a frente.
Por outro lado, o PSB, liderado nacionalmente pelo ex-prefeito do Recife João Campos, também deverá trabalhar para fortalecer o partido em Petrolina e em outros municípios pernambucanos.
O partido tem seus próprios planos para ampliar sua presença política, conquistar espaço nas cidades estratégicas e manter o comando das prefeituras que administra.
Raquel Lyra, por sua vez, também deverá buscar o fortalecimento de seu grupo político em Petrolina e em outras regiões de Pernambuco, ampliando alianças e preparando o terreno para as próximas disputas municipais.
É nesse cenário que os bastidores começam a ferver. De um lado, João Campos e o PSB; do outro, Raquel Lyra e seus aliados. Cada grupo fará suas contas, buscará novas alianças e tentará ampliar sua influência.
E Petrolina terá um papel importante nesse tabuleiro político. A votação de Raquel na cidade certamente entrará nas contas das lideranças, mas 2028 ainda exigirá muita conversa, articulação e definição de candidaturas.
É isso, minha gente! No calendário oficial, o segundo turno acontece no dia 25 de outubro. Nos bastidores, porém, a disputa por espaço e poder já aponta para 2028.
Na política é assim: termina uma eleição, começa outra!
Perguntar não ofende
É cedo demais para falar em política para 2028?





