A disputa eleitoral em Pernambuco já começa a desenhar possíveis confrontos dentro de antigos grupos políticos. Ao ser questionado sobre um eventual apoio à candidatura de Miguel Coelho ao Senado, Carlos Britto condicionou seu posicionamento a uma reciprocidade política.
“Todo mundo que me pergunta isso, eu digo: pergunta a Miguel se ele vota em mim? Se ele não vota em mim, eu não voto nele”, afirma.
Apesar da declaração, Brito ponderou que não torce contra o ex-prefeito de Petrolina. “Eu torço é para ele ganhar. Se ele for candidato”.
Ao abordar o cenário eleitoral e a disputa por votos em Petrolina, Carlos Brito reconheceu que o ambiente será competitivo, inclusive com antigos aliados. Segundo ele, a disputa por espaço e votos é natural dentro do processo eleitoral, inclusive com figuras já consolidadas na política local.
Ainda assim, deixou evidente que a relação política atual não permite um apoio automático e fez uma para explicar sua posição diante do afastamento político. “Eu penso que se ele acha que eu não sirvo para estar no grupo dele, ele não votaria em mim.” Se você é desconvidado a estar em algum lugar, você também não irá para lá”, finaliza.
Redação RedeGN



