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Raquel Lyra cresce e dispara com 62% — enquanto João Campos vê pressão aumentar e cenário complicar

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Um levantamento do Instituto Veritá colocou a governadora Raquel Lyra em posição de destaque no cenário nacional. Com 62% de aprovação, ela alcança o 8º lugar entre os 27 estados, consolidando sua força política às vésperas de um novo ciclo eleitoral — no qual já desponta como pré-candidata à reeleição.

Realizada entre meados de março e início de abril de 2026, a pesquisa ouviu mais de 40.500 brasileiros e aponta um crescimento consistente da imagem da gestora pernambucana. O dado chama ainda mais atenção quando comparado a estados economicamente mais fortes: Tarcísio de Freitas aparece com 57%, enquanto Romeu Zema registra 56%.

No Nordeste, o desempenho também é expressivo. Pernambuco figura entre os destaques, ficando atrás apenas de João Azevêdo, que lidera na região com 70% de aprovação.

O resultado reforça a estratégia adotada por Raquel Lyra, baseada em entregas de infraestrutura e articulação com o governo federal, fatores que têm contribuído para reduzir resistências iniciais e ampliar sua aceitação popular. Para analistas, a estabilidade nos índices é um ativo importante para sua campanha de reeleição.

Por outro lado, os números elevam a pressão sobre adversários no estado, especialmente o ex-prefeito do Recife e também pré-candidato ao governo, João Campos. Com a governadora em alta, o cenário se torna mais desafiador para quem pretende disputar o Palácio do Campo das Princesas, exigindo novas estratégias e maior capacidade de enfrentamento político.

Ranking nacional de aprovação (Instituto Veritá – abril/2026):
Ratinho Júnior – 84%
Ronaldo Caiado – 83%
Jorginho Mello – 80%
Mauro Mendes – 79%
Renato Casagrande – 77%
João Azevêdo – 70%
Antonio Denarium – 69%
Raquel Lyra – 62%
Wanderlei Barbosa – 61%
10º Tarcísio de Freitas – 57%

Com esses números, Raquel Lyra entra ainda mais fortalecida no debate político estadual, enquanto a oposição precisa recalibrar o discurso diante de um cenário que, ao menos por agora, favorece a atual gestão.

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