Metrópoles
O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, disse, hoje, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá tratar de propostas durante o debate da TV Globo e que a campanha “não vai aceitar” o que chamou de “provocações e agressões” do adversário, Flávio Bolsonaro (PL).
O petista e o senador se enfrentam no último debate antes do segundo turno das eleições na noite desta sexta em um momento em que o Datafolha, divulgado na quinta (22/10), mostrou uma disputa muito acirrada. Nos votos válidos, onde são excluídos nulos, brancos e indecisos, Flávio tem 50,54% e Lula aparece com 49,46%.
Lula aparece com 49,46%.
“A gente quer um debate propositivo diferentemente que o outro candidato o Flávio Bolsonaro, que vir com agressões com provocações. Nós não vamos aceitar esse tipo de coisa. O presidente está pronto pra dialogar com o povo brasileiro o objetivo de um debate é você falar com o povo”, disse.
No primeiro debate, realizado pela TV Bandeirantes no domingo (18/10), Lula e Flávio protagonizaram provocações e troca de acusações no confronto direto. Em alguns momentos, incluindo as suas considerações finais, o senador ficou atrás de Lula gesticulando com as mãos, irritando o petista e a campanha. A postura também não foi totalmente aceita pela campanha bolsonarista, que orientou uma abordagem mais amena no confronto na TV Globo.
A transmissora também colocou regras mais rígidas de circulação dos candidatos no palco, limitando a livre movimentação no local em somente um dos três blocos. Ambas as campanhas aceitaram as normas.





