A Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) considerou culpado o policial acusado de matar com sete tiros um personal trainer em outubro de 2024, em Petrolina. Murilo Ribeiro de Araújo também foi expulso da corporação. As informações foram publicadas no Diário Oficial do Estado, no sábado (24).
Murilo Ribeiro é acusado de assassinar por ciúmes o profissional Giovanny Diniz, na porta da casa da vítima, no bairro da Vila Mocó. O personal trainer era viúvo e deixou três filhos, de 1, 2 e 6 anos, na época.
No texto do Diário Oficial, a corporação afirma que ficou comprovado que a conduta de Murilo Ribeiro “violou os preceitos éticos e disciplinares militares, afetando gravemente a honra pessoal, o pundonor policial-militar e o decoro da classe”.
Por fim, a exclusão de Murilo Ribeiro da corporação foi justificada por “condutas incompatíveis”. O pundonor militar é o dever que o militar tem de pautar a sua conduta de forma íntegra, correta e exemplar, mantendo um alto padrão de comportamento ético em qualquer ocasião.
Murilo Ribeiro responde, ainda, a um processo criminal pelo caso. Ele já foi pronunciado pela Justiça de Pernambuco, mas ainda não teve o júri popular marcado.
Relembre
O personal trainer Giovanny Diniz Carvalho tinha 36 anos quando foi morto no dia 21 de outubro de 2024. Um homem encapuzado, mais tarde identificado como Murilo Ribeiro, surpreendeu a vítima na frente de casa e o alvejou sete vezes.
O crime aconteceu cerca de oito meses após o personal perder a esposa, a também personal Aila Pimenta. Ela morreu eletrocutada dentro da residência do casal.
Com informações Diário de Pernambuco/Crédito: Reprodução/Redes Sociais





