InícioCidadeAo lado da secretária de educação, prefeita Catharina Garziera enfatiza que inauguração...

Ao lado da secretária de educação, prefeita Catharina Garziera enfatiza que inauguração da Arena Beira Rio nos Vermelhos é um marco para o esporte lagoa-grandense

Author

Date

Category

Em clima de festa, a prefeita Catharina Garziera e o vice-prefeito Olavo Marques, juntamente com a secretária de educação, Joseilde Paulino, e a população do distrito de Vermelhos, inauguraram a Construção da Arena Beira Rio, equipamento esportivo com gramado sintético e rede de proteção em polietileno na lateral e na cobertura, no interior de Lagoa Grande.

A Arena Beira Rio, concluída na gestão da prefeita Catharina Garziera, representa um avanço para o esporte lagoa-grandense, trazendo mais oportunidades para crianças, adolescentes e jovens. O investimento para a conclusão da obra foi de mais de 350 mil reais em recursos próprios. “Chegou a nossa vez, equipe! Vamos fazer a nossa história, fortalecendo, transformando e trazendo o desenvolvimento para a nossa Lagoa Grande”, afirmou  a prefeita.

Catharina Garziera destacou que o esporte, a cultura e o lazer serão prioridades na gestão e falou da importância da entrega da arena para os moradores de Vermelhos e de Lagoa Grande. A chefe do Executivo lembrou que o esporte é vida, amor e dedicação e desejou boa sorte aos atletas das cidades de Pernambuco e Bahia que vão participar da competição.

Segundo a secretária de Educação, Cultura, Turismo e Esporte, a população de Vermelhos agora poderá desfrutar de um espaço de alto nível para prática do futebol. Joseilde Paulino disse que a Arena Beira Rio é um espaço moderno e estruturado, que vai trazer melhorias para a comunidade.

A prefeita também agradeceu o empenho e a dedicação das Secretarias envolvidas com o andamento da obra e convocou a população para cuidar e zelar do espaço esportivo. “Estamos aqui com 52 dias de gestão entregando um equipamento lindo e moderno, com grama sintética e tela de proteção. Vamos cuidar deste patrimônio, vamos fazer deste espaço uma extensão das nossas casas e cada um de nós assumir o compromisso de ser um vigilante para que ninguém danifique ou deprede nossa Arena”, finalizou a prefeita.

O ato festivo contou com a presença da população, secretários, vereadores e diversas autoridades, que deram o pontapé inicial da 3ª edição da Copa da Uva e do Vinho de Vermelhos.

ASCOM – PMLG
FOTOS: EVERALDO DE SOUZA RAMOS

Artigo anterior
O excesso de calor dos últimos dias está afetando lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil e também plantações de café e de frutas na Região Sudeste. A cada ano aumentam os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos. De acordo com a climatologista Francis Lacerda, pesquisadora do Instituto Agronômico de Pernambuco, estratégias de agroecologia podem retardar esses efeitos e diminuir a ameaça de insegurança alimentar. Pelo menos por enquanto. “Existem práticas que podem ainda reduzir esses efeitos. Eu digo ainda porque daqui a pouco não vai poder mais”, alerta a especialista. A primeira missão é reflorestar. “Uma prática que se faz muito na agroecologia é o consórcio. Você planta uma árvore frutífera e, do lado, você planta uma leguminosa, feijão, milho, faz esse plantio todo junto… E essas plantas vão interagir de uma forma que vão beneficiar umas às outras. Tem uma que vai buscar água lá no fundo, porque a raiz dela é pivotante, mas outra que não consegue. Aquelas plantas que não aguentam muita incidência de radiação ficam melhores [quando] associadas a árvores grandes, que fazem sombra para elas. A gente precisa fazer um reflorestamento e implementar esse modelo do sistema agroflorestal,” diz a especialista. ——— MATÉRIA CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ——— https://cafepingafogo.com.br/2022/ Ela acrescenta que a diversificação de culturas favorece a fertilidade e proteção dos solos, além de reduzir os riscos de pragas e doenças, “contribuindo para a não utilização de agrotóxicos e garantindo ao agricultor vantagens ambientais e financeiras, tais como investimentos mais baixos e colheita de produtos diversificados, evitando riscos econômicos provenientes de condições climáticas extremas”. A climatologista lembra que a grande maioria dos alimentos consumidos pelas famílias brasileiras é produzida por agricultores familiares, que se veem cada vez mais surpreendidos com as mudanças no clima. “Porque eles não conseguem mais ter as práticas que tinham de plantar em tal período, de colher em outro. E geralmente quando a gente tem essas ondas de calor, [o total] de alguns organismos no ecossistema que são mais resilientes – insetos, fungos e bactérias – aumenta muito e eles arrasam com a produção”, acentua. Por isso, Francis defende também políticas públicas de implementação de tecnologias para que as comunidades consigam captar e armazenar a própria água e gerar a energia consumida, ficando menos vulneráveis aos efeitos climáticos. Deve-se “dar autonomia a essas comunidades para produzir o próprio alimento dentro dessas condições, e ainda fazer o reflorestamento da sua propriedade, é possível, é barato e os agricultores querem”, salienta. Enquanto isso não é feito em larga escala, a incidência de algumas espécies vegetais endêmicas dos biomas brasileiros está diminuindo, de acordo com a climatologista, “inclusive espécies adaptadas para se desenvolver em áreas secas e quentes”. Agencia Brasil
Próximo artigo

Recent posts