Não dá mais para fingir que nada está acontecendo. A recente maratona do prefeito do Recife, João Campos (PSB), pelo interior de Pernambuco, em clima claro de campanha, expôs uma tentativa desesperada de se promover às custas de cenários que não lhe pertencem. Foram quatro dias posando com gibão, chapéu de couro e bandeira do Brasil — como se isso bastasse para disfarçar o oportunismo eleitoral.
Enquanto isso, a governadora Raquel Lyra (PSD) segue firme e comprometida com aquilo que realmente importa: entregar resultados concretos para os pernambucanos. Sua gestão tem priorizado o contato direto com a população, a presença constante nos municípios e uma postura de trabalho que dispensa espetáculos e fogos de artifício. Menos gabinete e mais rua — esse tem sido o lema de Raquel, que deixou claro que Brasília e viagens internacionais não fazem parte de sua rotina. O foco é um só: Pernambuco.
A agenda “Pernambuco, Meu País”, que começa nesta sexta-feira por Salgueiro e Triunfo, é mais que um festival. É uma estratégia inteligente de diálogo com lideranças locais e de escuta direta da população. São ações que consolidam uma governadora que prefere mostrar serviço a fazer firula.
Já João Campos, tentando se vestir de líder estadual, vai de cidade em cidade fazendo convênios e selfies, como se isso fosse suficiente para convencer o interior que o conhece apenas de nome. Sua incursão na tradicional Missa do Vaqueiro, em Serrita, foi simbólica: ao usar adereços típicos e posar para fotos, não percebeu que estava pisando em solo sagrado, onde palanque político é mal visto. A resposta de Raquel foi certeira e elegante: “Aqui não é palanque político.” Sem citar nomes, mas dando o recado com precisão cirúrgica.
Enquanto João Campos coleciona likes e planeja novas rotas de marketing pessoal, Raquel coleciona entregas, respeito e reconhecimento. O jogo político está apenas começando, mas uma coisa já é certa: o povo de Pernambuco sabe quem está realmente do seu lado — e quem apenas aparece em ano de eleição.



